Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 07/08/2018
Chega de fiu-fiu
A cultura patriarcal possui característica machista que perdura na sociedade atual e, apesar dos avanços, os casos de assédio sexual ainda é perpetrado contra as mulheres. Desse modo, cita-se o caso em que brasileiros gravaram um vídeo assediando uma garota russa utilizando palavras de baixo calão na Copa de 2018. Por conseguinte, faz-se necessário que o governo disponibilize meios, bem como a população não ignore os casos para reduzir o assédio que infelizmente persiste.
O assédio sexual contra mulheres ultrapassa limites e locais, tendo em vista que ocorre no transporte público, no trabalho e até dentro de casa, como é possível citar o atual caso em investigação do marido que teria jogado a esposa do quarto andar de um prédio, com o registro das várias agressões minutos antes da morte pelas câmeras de segurança. Assim, tal acontecimento chocante reflete o medo e a insegurança que as mulheres ainda possuem em denunciar tamanha agressão devido ao receio da reação que o agressor e as pessoas próximas irão manifestar.
É possível combater os assediadores com o apoio da população para com a vítima, bem como o uso de apps como o “Helpme” e o “Chega de fiu-fiu que proporciona a denúncia em caso de assédio. Desta feita, há o encorajamento das mulheres não permanecerem caladas e obrigadas a fingir que não foram molestadas.
Destarte, a saída para reduzir os assédios sexuais contra mulheres deve partir das verbas do Governo Federal com a confecção de encartes e intensa divulgação nas mídias alertando sobre os casos de assédio contra as mulheres, e informações sobre como denunciar e cessar o abuso. Por conseguinte, organizar palestras com psicólogos nas escolas de rede pública e privada com o intuito de esclarecer e evitar que a cultura machista seja propagada desde a tenra idade. Logo, em curto prazo, a mulher terá um espaço mais igualitário no meio social e haverá redução de possíveis agressores.