Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 10/08/2018

A constituição federal de 1988, norma de maior hierarquia judicial brasileira, assegura a todos os indivíduos a dignidade humana. Todavia, o constante assédio sexual atual vai em contrapartida com tal direito. Assim, prevalece como as principais causas: a cultura do machismo e a padronização da estética e do comportamento humano.

Em primeira instância, vale salientar que o machismo é oriundo de vários fatores históricos, destacando-se o quão era comum o patriarcalismo prevalecer como modelo familiar e que tal ideologia se estende até os dias atuais. Todavia, com o avanço do feminismo e a constante prática do assédio, mulheres passaram a lutar cada vez mais para estabelecer um modelo social de iguais direitos para ambos os sexos.

Entretanto, muitos casos de abusos sexuais permanecem enraizados na sociedade nacional, pois, segundo IPEA, de 2009 a 2011 ocorreu no Brasil mais de 15 mil feminicídio. Destarte, é imprescindível destacar também que muitos dos assédios sexuais é divido a vestimenta e a beleza da vítima, visto que, pesquisa do jornal “Folha de São Paulo” revelou que 90% das mulheres que frequentam academia já sofreram de tal empecilho. Dessa forma, tal comportamento acarretas em sérias sequelas psicológica e moral na vítima.

Fica evidente, portanto, que a liberdade feminina ainda permanece limitada devido ao receio de sofrerem algum tipo de constrangimento. Contudo, cabe às escolas promover palestras sobre o assunto e contratar psicologo para aqueles que já sofrem de ta problema, afim de comover os alunos e educa-los para uma sociedade mais igualitária. Por fim, mídias divulgar o contato para denúncia (180) em casos de constrangimento, assédio ou feminicídio. Assim, aumentam as chances de alcançar uma cidadania pragmática e realmente legítima e plural.