Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 09/08/2018

Assédio sexual: Não seja outro tijolo na parede.

O feminismo é um grande avanço que permite as mulheres igual tratamento de gênero. Desse-se modo, cita-se o direito ao voto feminino, conquistado na Era Vargas. Contudo, o assédio contra as mulheres ainda é presente, como o vídeo em que brasileiros falam palavras de baixo calão a uma torcedora russa na Copa de 2018. Nesse contexto, há dois fatores que podem estar sendo negligenciados e dando margem aos abusos, como a ausência do governo  e da população para evitar a cultura machista.

Em primeira análise, cabe pontuar que o assédio contra as mulheres não possui limites e ocorre no transporte público, no trabalho e até dentro de casa. Uma prova disso está no recente caso em investigação, no qual o marido teria jogado a esposa do quarto andar do prédio, com o registro das agressões pelas câmeras de segurança praticadas contra a vítima minutos antes do crime. Dessa forma, vê-se que prevalece o medo e a insegurança das mulheres em denunciar violências por temerem a reação que o agressor e as pessoas próximas irão manifestar.

Ademais, convêm frisar que a população não deve ser neutra perante os abusos contra a mulher. Comprovam-se que tais casos reduzem-se, quando meninos são ensinados que as meninas possuem capacidades iguais de realizar algo. Assim, quando adultos e empáticos serão evitados casos de feminicídio. Diante disso, percebe-se na música de Pink Floyd: “Another brick in the wall” que é necessário deixar de ser passivo aos assédios, discando 180, se dirigindo as varas da proteção a mulher etc.

Em suma, para atenuar essa problemática é imprescindível que o governo destine verbas a mídia para esclarecer como identificar casos de assédio e orientando a sociedade a  não ignorar o caso  e se dirigir a uma vara de proteção a mulher mais próxima. Além disso, é essencial o governo difundir projetos nas escolas educando pais e filhos sobre a cultura do estupro, com atividades lúdicas visando afastar o estereótipo machista. Logo, em curto prazo a mulher não terá medo de conviver em sociedade.