Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 01/09/2018
Ao decorrer da história existiu diversos tipos de sociedades, de modo que a figura da mulher fosse personalizada e inferiorizada. No Brasil, é visto constantemente casos de assédio sofrido pelas mulheres em locais públicos e outro problema a ser considerado é a cultura machista.
Neste contexto, o assédio começa com cantadas nas ruas, escolas, transportes públicos e permite ainda insultos que denegri a imagem feminina até toques indiscretos no trabalho. De acordo com estudos desenvolvidos pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), 52% das mulheres economicamente ativas já sofreram insistência sexual estando diretamente ligado ao poder de organizações em que a mulher é tratada como objeto sexual.
Além disso, é perceptível ocorrências de abusos femininos, a qual provoca depressão, perda de autoestima, pânico e diversas doenças psicossomática, mas os movimentos feministas ganham forças e permite que muitas mulheres denuncie desafiando o medo de serem julgadas pela cultura machista que se impregna nas relações sociais. Conforme o pensamento de Lavoisier “Na natureza nada se perde tudo se transforma” , os resquícios de uma sociedade patriarcal ainda se consolida em diversas situações de desigualdades enfrentadas pelas mulheres e a dificuldade de se sobressair por medo de uma atitude machista.
Portanto, depreende-se, medidas são necessárias para resolver esse problema. Cabe ao Ministério da Cultura criar um projeto de mobilização em todos os centros urbanos, a fim de promover palestras e atividades lúdicas possibilitando maior engajamento feminista. Uma vez que ações culturais coletivas têm imenso poder transformador e conscientizador.