Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 27/09/2018
Na copa do mundo de 2018, torcedores brasileiros foram a Rússia e cantaram músicas machistas em volta de uma mulher russa que não entendia a Língua Portuguesa e filmaram tudo. Situações como essa já acontecem há alguns anos no Brasil, e transformam crianças, adolescentes e mulheres adultas em vítimas.
Primeiramente, todos os dias mulheres sofrem algum tipo de assedio sexual e em algum lugar público. Isso acontece em ônibus, metrôs, em algumas festas e até no meio da rua. E sempre são homens que fazem algum comentário desnecessário, ou forçam algum tipo de contato físico etc.
Além disso a sociedade é muito machista e muitas vezes culpam quem era pra ser a vítima. Em um dia de calor, a maioria das mulheres já não tem mais liberdade de sair na rua usando shorts e camiseta, porque já sabe que vão ouvir comentário de algum homem ou vão receber olhar inapropriado. E ainda há quem acredita que a mulher esta errada por sair de casa usando esse tipo de roupa.
Ainda vale lembrar que crianças e adolescentes também passam por essas situações. Há casos em que isso acontece dentro de casa e vem de pessoas da própria família, como pais, tios e padrastos. E muitas vezes sentem medo de pedir ajuda a outras pessoas pois o assédio pode vir acompanhado de ameaças.
Portanto, é notório que situações como a que ocorreu com a mulher russa na copa de 2018, acontecem todos os dias. Diante disso, deve haver mais denúncias por parte das vítimas e as leis precisam ser aprimoradas para que funcionem melhor. Deve se falar mais sobre o assunto na mídia por meio de propagandas na televisão e vídeos nas redes sociais, para orientar e dizer o que deve ser feito caso alguém sofra assedio sexual. Dessa forma, mais pessoas podem pedir ajuda sem receio e com mais segurança de que o criminoso será punido.