Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 27/09/2018

Adjetivos de conotação sexual não é elogio

Desde a Antiguidade já havia o assédio, no qual era notória a hierarquia de poder masculina. As mulheres eram vistas como objeto sexual e de serviço doméstico; o “sexo frágil”. O assédio foi e ainda é muito presente, sem classe social distinta e/ou nação distinta e/ou etnia distinta.

No Brasil, mesmo depois de inúmeras ações revolucionárias, ainda possui muitos vestígios da Antiguidade, onde o homem branco está mais preocupado na ganância e luxúria do que direitos iguais aos das mulheres. Com a inserção das mulheres no campo de trabalho, após a Revolução Industrial, sua mão de obra era secundária e barata. Assim, iniciaram-se os assédios trabalhistas.

Ultimamente, as mídias estão mostrando os assédios que têm tido uma frequência maior. Desses, os assédios sexuais, efetuados em transportes públicos; os assédios morais, difamando e denigrindo a imagem da mulher em espaço público; e o assédio psicológico, que está mais presente no âmbito trabalhista onde podem ocorrer ameaças para a vítima não denunciar.

A lei de assédio sexual está vigente desde 2001. Entretanto, é necessário que a vítima denuncie. Mesmo que, a Justiça brasileira ainda não dê a devida importância pela falta de provas concretas. A medida que as mulheres percam o medo e efetuem a denúncia, a Justiça passará a reconhecer melhor aplicando assim, penas maiores aos agressores. O índice de denúncia será maior e a frequência do assédio diminuirá.