Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 26/09/2018

O início da pré-história é marcado por grandes descobertas, inclusive o assédio sexual que é retratado na maneira que o homem da caverna trata uma mulher. A constituição cidadã de 1988 foi elaborada com a finalidade de proporcionar liberdade e igualdade a todos perante a lei. Porém, é notável que há barreiras que confirmam todos os direitos das mulheres, sejam elas o costume machista, que é mantido desde o início da humanidade, e a ineficácia das leis, fragilizando o sexo feminino.

Hodiernamente, o costume machista contribui para a cultura do estupro, visto que, casos de assédio são justificados através dessa prática. Consoante Aristóteles, o cidadão é formado através de três regras, em que uma delas é a memória, na qual é obtida por atos de antecedentes. Com isso, o machismo é passado de geração para geração fortificando o assédio sexual e denegrindo a imagem da mulher até que esse costume seja estancado.

Outrossim, a ineficiência no cumprimento da lei é outro fator que contribui com a violência contra as mulheres. Segundo o jornal Datafolha, cerca de 42% das mulheres do Brasil já sofreram assédios sexuais, praticas essas que poderiam ser evitadas com o maior efetivo das normas previstas na Constituição Federal de 1988. Com isso, a cultura do abuso se espalha com maior facilidade, visto que, a única barreira existente que impediria esse ato não é totalmente exercida.

Portanto, é indubitável que essas práticas que tratam a mulher como um objeto desrespeita as leis. Com isso, o poder judiciário junto com o executivo, devem rever as leis e aplica-las corretamente, punindo pessoas que cometam esse crime. Além disso, o Ministério da Educação, deve proporcionar palestras em escolas com a finalidade de erradicar o costume do machismo, criando cidadãos respeitosos. Assim, pode ser possível que a maneira como os homens pré-históricos tratavam as mulheres fique apenas no passado.