Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 28/09/2018

Nos primórdios da humanidade a mulher sempre foi vista como um objeto de reprodução sexual e trabalhos domésticos, sem poder ter os direitos básicos como cidadão. Ao decorrer dos anos algumas coisas mudaram, mas muitos costumes machistas foram preservados e que também fazer influência no Brasil até os dias de hoje.

Primeiramente, um dos principais fatores que impregna o machismo nas famílias é o conservadorismo e a influência patriarca na sociedade, no qual os homens tem o poder primário na política, na família e no trabalho, onde tira os direitos das mulheres. Outrossim, a cultura do estupro é algo que ainda é comum e que afeta na justiça, o ato de naturalizar a violência sexual e inocentar o culpado e culpar a vítima impede de várias mulheres que já sofreram violência mas nunca foram a delegacia denunciar, pois em elas acham que elas estão erradas.

Ademais, o Brasil possuem delegacias própria para as mulheres para lidar com essa eventualidade, porém ainda há muitas falhas por fatores básicos como a falta de investimento, localização e principalmente a falta de instrução para as mulheres, ainda há um certo número de pessoas acreditam que nada será resolvido e que esse tipo de problema só pode ser resolvido em casa. A solução não está distante mas há um longo caminho a percorrer.

Portanto, medidas são necessárias para resolver tal impasse. A principal arma que se poder trazer para combater o assédio é a educação, educar as próximas gerações e ensinar os pais sobre valores, igualdade e respeito, ainda há muitas famílias que ainda adotam idéias do século 19 como patriarcalismo então, é necessário que seja instruído sobre o mundo contemporâneo e os valores humanos. O governo tem o poder de influenciar a sociedade e buscar mudanças, conscientizar com palestras, campanhas em faculdade e escolas, investir na segurança nas ruas principalmente durante as noites, para que assim algum dia podemos trazer a ideia de igualidade para homens e mulheres.