Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 01/10/2018
Histórico Problemático
Atenas deixou diversos legados para as futuras gerações, como a democracia, sistemas de governo e também uma sociedade patriarcal, na qual a mulher é vista como propriedade do marido. Atualmente, apesar dos diversos avanços nos direitos sociais e civis, a luta contra a objetificação da mulher e a dissolução de uma população que se baseia em conceitos culturais misóginos ainda não se concretizou.
Em primeiro lugar, a objetificação da mulher vem acompanhada com a história da sociedade humana, porém com o desenvolvimento de mecanismos de governos como a democracia e o avanço do capitalismo, temos duas vertentes poderosas de controle do sexo feminino: a imagem da mulher reservada a espaços privados ou simbolo sexual - presente na maioria dos países democráticos - e a posição da mulher como submissa ao homem - em países como Afeganistão e a República Democrática do Congo - gera um sentimento de superioridade do homem com relação a mulher.
Em consequência desses fatores, a vida delas se torna menos importante, assim como sua opinião e pensamentos, em sociedades como a brasileira, por exemplo, as cantadas inapropriadas são comuns e a reclamação das mulheres sobre isso é vista como “mimimi de mulher que não sabe aceitar elogio”, porém, nos últimos anos é notável a mobilização de diversos setores da sociedade - como de Hollywood, no caso de Harvey Weinstein - contra assédios e abusos sexuais e a intenção de deixar de banalizar esses problemas.
Em suma, a redução de casos de assédio sexual começa com o Estado através do Ministério da Justiça e do Congresso fazerem o endurecimento das Leis e a utilização efetiva dessas, assim como, programas de educação feito em parceria do Estado com Coletivos Feministas que deem palestras nas escolas que falem sobre a igualdade de gênero e motivem a sociedade a uma mudança na cultura patriarcal vigente.