Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 02/10/2018
O erro dos homens
Na Grécia Antiga, a mulher era vista como um objeto sexual, o qual servia para satisfazer as vontades dos homens. Entretanto, nos tempos atuais nada mudou. A mulher ainda é vista como objeto e inferioridade devido a cultura machista, e assim o assédio sexual persiste. Diante desse cenário, medidas são necessárias para superar esse entrave.
Primeiramente, os homens acham que tem o direito e o poder sobre o corpo de uma mulher. De acordo com o Instituto de Pesquisas Datafolha, 22% dos assédios ocorrem nos transportes públicos, e muito se vê na mídia que a famosa “mão boba” e a exposição dos órgãos genitais estão se tornando cada vez mais recorrentes nesses ambientes. Logo, fica evidente que o pensamento machista, ou seja, o “achismo” de superioridade estão se tornando mais comum e fazendo vítimas pelo mundo todo.
Outro desafio enfrentado pelas mulheres são a objetificação do corpo, o qual a mulher é apenas um objeto sexual e as consequências que podem ocorrer é culpa das mesmas. Segundo uma pesquisa feita pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), cerca de 60% dos entrevistados acreditam que haveriam menos assédios se as mulheres soubessem se comportar, ou seja, a vestimenta de uma pessoa é o fator que “causa” os diversos assédios existentes. Dessa forma, é notório que mais uma vez há uma presença de pensamento errado, assim como no passado.
Portanto, é necessário políticas que reduzam os casos de assédios sexuais. Inicialmente é preciso que o Governo aliado com a mídia criem campanhas de conscientização e de como agir caso algum caso desse possa ocorrer. Além disso, precisa-se de leis mais severas para homens que praticam tal ato. Desse modo, haverá uma minimização dos casos de assédio e em um futuro não tão distante, a igualdade dos gêneros acontecerá.