Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 03/10/2018

Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

É mais do que sabido que mulheres são violentadas e assediadas todos os dias, em todos os lugares e em todo o momento, e que essa é a história mais comum no Brasil, mulheres que foram violentadas seja por homens na rua, pelo marido ou até por membros da família. Em festas, baladas, calçadas, dentro de sua própria casa, esse importuno está sempre acontecendo na vida de milhões de mulheres ao redor do mundo e no Brasil isso é cada vez mais comum.

Quando uma mulher é assediada, põem-se sua integridade física e  psicológica em risco, e o seu bem mais precioso, a vida. Uma pesquisa divulgada pela organização nacional de pobreza ActionAid mostra que 86% das mulheres entrevistadas vivenciaram um caso de assédio.

Cabe ao governo e aos órgãos públicos, proteger a mulher dessas agressões, não deixar que esses agressores saem impunes desse tipo de crime e que tome medidas para que o numero de mulheres violentadas seja cada vez menor, principalmente em transportes públicos ou nos calçadões.

Algumas leis protegem as mulheres desse tipo de agressão, como a lei do Feminicídio, mas na maioria das vezes essa lei não impede que a mulher sofra a agressão.

Analisando os fatos citados anteriormente, podemos concluir que a educação e o bom exemplo por parte da família é essencial para a formação de uma pessoa com caráter que nunca irá assediar uma mulher ou fazer algo que uma mulher não queira por prazer sexual. Algumas medidas de proteção podem ser utilizadas por mulheres em caso de abuso como arma de choque, spray de pimenta entre outros métodos de se defender de uma possível agressão.