Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 03/11/2018
Assédio e como ajudar as vítimas
Assédio sexual não é o nome dado apenas para estupros, esse termo também pode ser empregado a cantadas que muitas mulheres recebem nas ruas diariamente, fora que, o número de vítimas desse tipo de agressão é muito grande, tudo pelo fato de o homem se sentir livre para fazer o que quiser com qualquer mulher, seja ela estando de acordo com a atitude ou não.
Muitos homens afirmam que dirigir frases que rementem um elogio para uma moça, independente da idade dela, é algo aceitável, porém, de acordo com Aparecida Gonçalves, secretária nacional de enfrentamento à violência da Secretaria de Políticas para as Mulheres, do Governo Federal, tudo que se dirige a uma mulher que fere seus direitos humanos é assédio sexual, ou seja, qualquer atitude, seja ela física, como uma passada de mão não autorizada pela vítima ou psicológica, como uma cantada recebida na rua, trabalho, escola e demais locais, é considerado crime.
Além disso, o número de vítimas de agressões desses tipos, é muito elevado, cerca de 85% das mulheres já tiveram seus corpos violados sem permissão, publicamente, e de acordo com uma pesquisa realizada pela campanha “Chega de Fiu Fiu”, 83% das entrevistadas declararam que não gostam de receber cantadas na rua, um número elevado que nos fás refletir em como esses agressores veem as mulheres como um objeto deles.
Encontrar uma forma de acabar com essa situação é algo bem difícil, já que, a conscientização de que determinadas atitudes são de práticas ilegais e deve vir do próprio agressor, porém, pequenas ações vinda das mulheres, como carregar apitos que ficariam pendurados em qualquer parte de sua vestimenta para quando a mesma se sentisse violentada com alguma atitude ela sinalizaria com auxilio do objeto o que esta acontecendo para pessoas ao redor, isso pode ser adotado, e assim, mulheres e homens conscientes a ajudariam, dessa forma teríamos uma redução drástica do número de casos de assédio sexual.