Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 27/02/2019
O assédio em uma sociedade machista.
Não é de hoje que a mulher é vista como objeto ou propriedade do homem. Umas pesquisa realizada em 2017 aponta que 83% da mulheres já sofreram esse tipo de assédio, dentre elas 63% em locais públicos, divulga Secretária de Segurança do Estado de São Paulo, e a dificuldade na hora da denúncia só agrava a problemática. Temos em vista que a sociedade ainda consiste em uma ideologia machista.
Em uma primeira análise, nota-se que o transporte público é um dos locais mais propícios pata o ato, dando desculpa da super lotação, pois assim além de terem seus corpos tocados sem o consentimento, estão seguidos de ofensas de baixo calão e até mesmo palavra de cunho sexual. Por muitas vezes essas vitimas acabam se sentindo culpadas e envergonhadas, pois apontam que o vestimento de tal roupa está servindo como um convite em forma visual. Tudo isso fortifica o fato de que a cada 15 segundos uma mulher é assediada, conforme ressalta a Promotora de Justiça Gabriela Manssun.
Outro aspecto a ser abordado é a dificuldade na denuncia, a falta por provas e testemunhas se torna o maios obstáculo, logo que o curto prazo para prescrever o feito influencia mais a não fazem a denuncia, sendo seis meses para efetivar. Em seguida a ausência de profissionais capacitados para esse tipo de atendimento ainda é grande, tendo apenas algumas delegacias especializadas para o atendimento a mulher. Tal como a omissão de uma apoio familiar para com a vitima, por vezes ser cometido por alguém que se tem vinculo afetivo ou é dependente.
Diante do exposto temos a compreensão, que, cabe a Secretária Pública de Segurança junto ao Ministério da Justiça, capacitar agentes que sejam capaz de identificar o fato e que seja capacidade de um apoio moral e emocional, para que a mesma se sinta segura, protegida e que a justiça se feita ao culpado.