Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 11/03/2019

“Também olha  como ela estava vestida” frase utilizada muitas vezes em casos de assédio sexual normalizada pela cultura do estrupo onde a culpa é sempre da vitima, segundo data folha uma parcela de 42% das brasileiras com 16 anos ou mais declara já ter sido vítima de assédio sexual, evidenciando que boa parte das mulheres não desfrutam do artigo 216 do Código Penal constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexua na pratica. Nessa perspectiva esses desafios devem ser superados de imediato para que sociedade consciente seja alcançada.

O Cavalheirismo algo que seria muito útil no dias atuais foi se perdido no tempo onde se tratava as não só sexo feminino mas todos com educação e respeito como explica a Izabel Solyszko, doutora em Serviço Social pela UFRJ “nossa maneira de ser, de pensar e de agir não está solta no mundo, mas faz parte de uma cultura“. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na estimativa do data folha de que a cada 11 minutos uma mulher é estuprada no Brasil.

Tratar isso como problema sócio-cultural é tentar mudar um quadro de silenciamento massivo, em que só 10% das ocorrências são levadas à justiça, segundo dados nacionais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Diante disso fica claro que muitas mulheres tem medo de denunciar, pois são muita vezes desacreditada por o criminoso tem perfil diferente dentro de seus relacionamento.

Infere-se, Portanto que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem a segurança e o respeito da mulher na sociedade. Dessa maneira, é necessário que o ministério da segurança publica promova campanhas de incentivo a denuncia e de conscientização meditadas cabíveis, para dessa forma o Brasil possa superar o desafio de reduzir o assedio.