Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 26/02/2019
Segundo Karl Marx, filósofo do século XIX, a sociedade é heterogênea e se mantém de ideologias que geram paradigmas sociais, assim, muitas vezes não conseguem executar de forma harmoniosa as leis de convívio, como, o respeito a todos. A herança que a mulher é um sexo frágil ainda persiste e muitos homens acham que ela é propriedade causando o assédio sexual.
A falta de campanhas educativas é o principal fator dos assédios sexuais. As mulheres ao serem assediadas muitas das vezes tem medo de denunciarem, de contar e sofrer julgamento social, além da perda do próprio emprego. Quatro em cada dez brasileiras já sofreram assédio sexual no Brasil. Entre adolescentes e jovens, o número é ainda mais 56% já foram assediadas nas ruas, transporte público, no trabalho, na escola ou faculdade e até em casa, segundo o Datafolha.
Outrossim, percebe-se que a maneira de se resolver não é adquirir um transporte exclusivo para mulheres como foi sugerida pela representante da ONU Mulheres no Brasil. A mulher tem que ter voz, tem que ser incentivada a denunciar, independente do lugar que ela frequenta ou está, todos tem liberdade. Um feito foi o acontecido de Elaine que foi espancada dentro de sua própria casa por cerca de quatro horas, por um rapaz que conheceu na internet, segundo ela o motivo seria por ela ser mulher.
Nota-se que no Brasil ocorre muito assédio sexual e as vitimas não tem proteção nem mesmo em suas casas. De acordo com o pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas, e elas mudam o mundo. Logo, o Ministério da Educação deve instituir, palestras ministradas por psicólogos, que discutam o combate ao assédio sexual e o respeito ao próximo, além de passar alto confiança para as mulheres denunciarem, garantindo segurança. Assim será fácil de executar de forma harmoniosa as leis de convívio.