Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 28/02/2019
Século XIX, a partir desse período as mulheres se mobilizam para conseguir seus direitos - educação, voto, fim da escravidão. Desde então a dedicação dessas tem sido constante para a igualdade de gêneros. No entanto, enraizadas numa sociedade machista e em um modelo de governo onde a teoria não é realizada, seus ideais são perdidos.
É fundamental entender que o assédio sexual pode vir distintas maneiras, verbal - onde há piadas de teor sexual, cantadas por pessoas estranhas - e física, no qual ocorre a violação do consentimento sobre seu próprio corpo. Podem acontecer em qualquer lugar, até mesmo em casa ou seu ambiente de trabalho, e a qualquer hora; visíveis ou ocultos, onde mulheres são o principal alvo.
A denúncia desse ato é uma das saídas mais seguras, porém a justiça é falha, logo muitos casos não tem a importância devida e acabam engavetados. Acarretado a isso, existe o medo imposto pelo malfeitor, ameaças de morte, prisões domiciliares; fatores que impedem que a queixa seja feita. Um meio bastante utilizado na contemporaneidade são as redes sociais, exemplo a ser usado é a Eva Luanna, usuária do Instagram que relatou os anos de abuso sexual pelo seu padrasto, gerando grande repercussão.
Isto posto, fica clarividente que os princípios do feminismo, igualdade e respeito não são executados. É direito da vítima recorrer à justiça e fazer sua denúncia. Um meio viável e de demasia importância é a educação escolar, visando a gravidade da situação, o direito de cada indivíduo e até reconhecer um caso. A propagação dos ideais feministas através de anúncios e conscientização dos cidadãos.