Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 02/03/2019

Antigamente as mulheres eram tratadas como objetos, muitas vezes sem respeito pelos seus maridos, que achavam que elas deveriam fazer apenas o que eles quisessem, não se importando com as vontades delas, direitos, e até mesmo bem estar. O tempo passou e a sociedade evoluiu,as mulheres lutaram pelos seus direitos, ainda lutam, mas mesmo assim existem muitos homens que pensam que elas são objetos e devem fazer apenas a vontade deles.

No transporte público, na rua, na escola, na faculdade, em estabelecimentos comerciais e até em casa, enfim, todos os lugares, mulheres, meninas estão sofrendo algum tipo de assédio, verbal e/ou físico por simplesmente estarem no local.

Desde pequenas são impostas regras comportamentais e morais que dizem para ter cuidado com o sexo oposto, gerando medo, mas os homens não aprendem a ter cuidado com as mulheres, cuidado no sentido de respeito, de enxergá-las como seres humanos iguais a eles e não seres que só servem para satisfazer seus desejos.

Um dos problemas está na educação, não a escolar, mas a pessoal que que muitos casos não evoluiu junto com a sociedade. Outra falha está  na forma com que o governo e na polícia lidam com as situações, resolvendo alguns casos sim, mas deixando outros impunes.

Portanto, como é extremamente difícil alterar a educação pessoal da população, então o MEC deve propor as escolas, a abordagem esses assuntos junto, como o feminismo, a diferença da educação pessoal do homem e da mulher, a liberdade da mulher na sociedade, entre outros, para que fazer uma conscientização dos jovens sobre a situação atual. Em conjunto a policia civil poderia inserir métodos mais eficazes em locais públicos, como por exemplo, uma mulher identificada e treinada para ajudar vítimas de assédio e se for necessário, prender o assediador. E o governo junto com ONGs por meio da publicidade, devem aumentar os incentivos para as denuncias e garantir a proteção das vítimas.