Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 04/03/2019

Na antiguidade, prevalecia a superioridade masculina sobre a feminina, a mulher era simplificada a condição de objeto, usadas apenas para à satisfação sexual masculina desde as mais bizarras, assim como cumprir funções reprodutoras e de preferência ’’ parir ’’ um filho macho. Diante disso, o pensamento machista do ser humano foi sendo passado de pai para filho  acompanhando de uma problemática vivenciada por mulheres cotidianamente, o assédio sexual.

Em casa, no trabalho, em transportes públicos entre outro, são vários os relatos exibidos em jornais ou nas redes socias  que revela um crime que muitas vezes não é dada uma importância prioritária. 42% das mulheres declaram ter sofrido assédio sexual, diz Datafolha ano de 2017. Em muitos dos casos a sociedade aponta a mulher como cupada por utilizar vestimenta curta.

Concomitantemente a cultura machista naturaliza a violência contra a mulher, restringindo desde muito cedo seus movimentos e liberdade. O estrupo é um exemplo mais grave do assédio sexual, trazendo consequência para saúde psicológica. Segundo a especialista Ana Flávia, 90% das mulheres estrupadas não denunciam o agressor por causa do medo, vergonha ou por sentimento de culpa.

Portanto, é mister que o estado tome previdência para amenizar o quadro atual implantando um maior acervo de delegacia da mulher. Por meio de conscientização da população brasileira a respeito do problema, cabe  aos órgãos responsáveis crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias que incentive a denuncia do agressor , além disso as mulheres que já sofreram assédio devem alerta a outra parte da população por meio depoimentos  , que devem ser divulgados em páginas virtuais como ‘‘Quebrando o Tabu’’.