Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 09/03/2019
O assédio sexual é algo arcaico, porém muito presente ainda nos dias de hoje. Falta de educação, caráter e empatia são três características de quem pratica o assédio, mesmo que aos olhos dos outros, esse ato venha de uma pessoa considerada boa. As mulheres são as principais vítimas e, em lugar nenhum estão isentas de sofrê-lo.
De acordo com o site UOL, 42% das mulheres brasileiras já sofreram assédio sexual, seja na rua, no transporte público, no âmbito acadêmico, as mulheres são submetidas à essas situações de extremo constrangimento e violação moral, causando medo e repulsa, pois alguns ainda são seguidos de tentativas de violação do corpo. Isso traz efeitos ruins ao psicológico da mulher, principalmente se for uma criança.
Com seus efeitos negativos no emocional, os atos de assédio geralmente são executados pelo sexo masculino, entretanto, eles também sofrem assédio sexual, no trabalho, segundo o Diário de Notícias, apenas 8,6% dos homens sofrem, índice bem inferior comparado ao da mulher, 14,4%, no local de trabalho. Percebe-se falta de educação e caráter em quem o pratica, pois, como disse o filósofo John Stuart Mill, sobre seu próprio corpo e mente, o indivíduo é soberano, isso dá ênfase ao que refere a cada um sabe o que faz, e se faz sabendo que é errado, falta-lhe índole.
Em virtude dos fatos mencionados, o assédio sexual é algo grave, e que precisa ser combatido. O Estado deve dar mais importância as ocorrências de assédio sexual em público, pois, é dever do Estado proporcionar segurança e comodidade aos cidadãos, e também, à aquelas que sofreram em locais privados, que são mais propensos a violação do corpo e atentado ao pudor, sem contar os traumas emocionais. O Estado pode promover campanhas nas escolas, que venham a conscientizar os jovens dos efeitos ruins para quem foi violado e para quem violou, porque não sairá impune. Relembrando a frase do filósofo Epiteto: “Só educação liberta.”.