Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 09/03/2019

Os casos de assédio sexual, tanto contra a mulher quando para o homem, está sendo recorrente no Brasil e no mundo. Mesmo com as leis proibindo esse tipo de desrespeito, vários são os desafios para combatê-lo tais como a falta de diálogo entre os pais para educar crianças que futuramente possam ser abusadoras, como também a falta de leis mais severas para punir tal crime.

Tal problema se construiu desde os tempos antigos. Na Grécia, por exemplo, as mulheres não eram tidas como cidadãs, tendo que ser submissas aos seus maridos e isso aconteceu também com vários povos da antiguidade como os hebreus, os romanos etc. Mesmo com as leis, um das principais dificuldades é a questão da falta de diálogo e disciplina que os pais não tem com seus filhos, que crescem sendo desrespeitosos com as outras pessoas, tornando assim agressoras, assediando outras com total desrespeito.

No Brasil não é diferente. Segundo pesquisas do Datafolha, feita em 2017, mostra que a cada ano, mais de 500 mulheres são vítimas de agressões física por hora no pais. Um dos motivos de tal ato é a falta de punições severas para tais agressores, que acreditam que as mulheres são propriedade deles e por não aceitarem o fim de um relacionamento ou não ouvir as mesmas, agridem e ficam imunes perante a lei. Também acontece com os homens, mesmo que seja poucos casos, muitos homens são assediados (principalmente em seus trabalhos) pelas mulheres e isso é uma coisa que tem que ser mudado.

Portanto, cabe ao ONU, juntamente com o Legislativo criar e aprovar um lei severa para que os mesmos sejam presos mas que também façam serviço comunitário por uma semana (dependendo da gravidade). Além disso, é preciso que o Ministério da Saúde com a mídia crie uma propaganda que seria colocado em vários meios de comunicação, falando da importância de educar os filhos, dando uma ênfase ao assédio sexual. Ambos com o objetivos de conscientizar e diminuir os casos de assédio. .sexual.