Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 09/03/2019
Desde a Idade Antiga, as mulheres são alvos de preconceitos e submissão ao machismo, com o homem tendo poder e prestígio social maior que o delas.Atualmente, o que deveria ter se dissipado durante os anos, reflete em assédio sexual em lugares públicos, falta de educação pela população masculina em vagões, desrespeitando de forma abusiva a cidadania dessa classe.
É oportuno frisar que o âmbito público vem sendo um lugar de medo e aflição para a maior parte das mulheres.No metrô de São Paulo, os índices de assédio triplicaram, de 2014 até os dias atuais, segundo a entrevistada e líder de movimentos contra assédio das mulheres, ao Jornal da Cultura.Isso reflete uma condição social desprezível, onde a mulher fica sem o direito de ir e vir livremente pela sociedade.
A falta de educação contribui majoritariamente para a ascendência dos assédios sexuais, onde a lei que insere o vagão rosa nos metrôs do território brasileiro, é alvo de homens que rompem e praticam o ato de utilizar o transporte que é de uso exclusivo de mulheres. Outrossim, o público feminino se encontra cada vez mais em condições desapropriadas, onde o machismo as fazem pensar que são culpadas de sofrer tal assédio, pois 1 mulher é estuprada, no Brasil, a cada 11 minutos.
Portanto, medidas são necessárias para resolver os impasses supracitados.É de suma importância efetivar os seguranças para a fiscalização do metrô rosa, que serve de forma paliativa, para garantir o artigo V da constituição brasileira, onde todos são iguais perante a lei. Ampliar os vagões para evitar superlotações também é necessário para que facilite a observação de quem ousar fazer assédio a uma mulher. Além disso, o ministro da educação deve implementar nas escolas canarinhas, palestras sobre os fatos pertinentes com as mulheres, para que não ocorra infração dentro dos metrôs exclusivos por elas, porque segundo o filósofo Kant, ’’ o homem é aquilo que a educação faz dele’'.