Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 10/03/2019

Recentemente, na sociedade contemporânea, muito tem se discutido o assédio sexual, abuso causador de traumas psicológicos e físicos nas vítimas, e uma certa impunidade sobre o praticante. Com mais relevância nas mulheres, tal imbróglio é decorrente de uma cultura machista, onde no Brasil, a proteção é feita de acordo com o art. 216 do código penal.

Cogita-se, com muita frequência, uma certa impunidade para quem pratica tal crime, provindo-se de uma sociedade, onde o machismo prevalece e a imagem de uma mulher é vista como objeto sexual, fazendo com que sua forma de agir, vestir e se posicionar, chegue a ser  interpretada com outros olhos, recebendo uma pena que acarreta o assédio ou até mesmo a violência física. No Brasil, cerca de 86% das mulheres sofrem essa violação.

Ademais, é sabido afirmar, que tal atrevimento não acontece apenas publicamente, o instituto “Pew Research Center”, dos Estados Unidos, através de uma pesquisa, afirmou  que 26% de jovens mulheres já foram perseguidas online e 25%, já sofreram abusos sexuais na internet. Sem uma lei rígida, é comum que o praticante não seja punido corretamente, e os casos decorrentes desse delito, aumentem de acordo com o passar do tempo, seguindo o corpo social.

Sob essa óptica, o ministério da educação teria de instituir, nas escolas de ensino fundamental, uma educação mais regrada, mostrando a igualdade de gênero e regredindo o  machismo, pois segundo o grande filósofo Pitágoras, educando as crianças, não será necessário castigas os homens.