Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 10/03/2019

As práticas de assédio sexual não é uma característica presente apenas na contemporaneidade. Uma vez que a violação moral e sexual também foi uma forte marca do Brasil Colonial em meados do século XVI, por parte dos donatários e senhores de engenho sobre os escravos. Os motivos que leva um indivíduo a violar a privacidade de outro, está diretamente relacionado com “delírios mentais”. Portanto, é necessário analisar o que deve ser feito, em prol da luta contra o assédio sexual.

Primeiramente é válido ressaltar que as mulheres são as principais vítimas dos casos de violação sexual. Por estarem em maioria e serem atraentes, é “normal"receber cantadas e toques em órgãos genitais em transportes coletivos ou na rua. Entretanto dizer que é um ato “normal” está completamente errado, pois se trata de algo que infere a ética e moral do um indivíduo. Infelizmente algumas pessoas não entendem que tais práticas são ilícitas, tornando-se um desafio, reduzir o número de assédio sexual. O famoso caso do médium “João de Deus”, foi um grande exemplo de assédio sexual camuflado durante anos por meio da fé religiosa, que veio a publico depois que a filha do médium relatou ter sofrido abusos sexuais do pai.

Em segunda análise, é possível notar que em maio a tais circunstâncias, poucas medidas são tomadas e muitas mulheres vítimas de assédio desencadeiam depressão ou cometem suicídio, por se sentirem ridicularizadas. Esses resultados podem desestruturar a economia e o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de um Estado. Pois os desafios para conter o número de assédio, causa ao pais uma má aparência, diminuindo a quantidade de turistas, consequentemente os empregos gerados pelo turismo, além disso haverá aumento na taxa de mortalidade feminina. Como disse Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, “a falta de solidez nas relações sociais políticas e económicas é a característica da modernidade líquida vivida no século XXI”.

Urge, portanto, a necessidade de diminuir os casos de assédio sexual e suas dificuldades. Para isso, faz-se mister que o governo invista em estudos científicos sobre a mente de pessoas que cometem assédio sexual. Para entender como seu cérebro funciona, a fim de desenvolver tratamentos clínico que faça tal indivíduo mudar o comportamento antiético. Além disso vale ressaltar a importância de divulgar nos veículos de comunicação a “lei do minuto seguinte”, para que mulheres saibam sobre seus direitos. Dessa forma a sociedade terá menos casos de assédio sexual.