Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 11/03/2019

Segundo a Agência Brasil,86% das mulheres brasileiras sofreram assédio sexual em público e 68% temem serem assediadas no transporte público.Com isso,nota-se que o machismo ainda está enraizado em na cultura do Brasil,já que alguns indivíduos acreditam que podem praticar qualquer ato desrespeitoso com a vítima.Portanto,o machismo e o precário combate à esse crime causam essa problemática.

Sendo assim,a cultura do estrupo inicia-se com o assédio sexual e a impertinência começa quando a vítima sente-se desconfortável e constrangida.Já que,em inúmeros casos,as mulheres não denunciam o crime por sentirem-se culpadas,uma vez que o machismo coloca o homem como o “pegador” que pode fazer o que desejar sem ser julgado e a mulher não pode fazer o que desejar.E consequentemente,incontáveis vítimas acabam não denunciando e sofrendo caladas por medo de serem julgadas.

Além disso,muitos agressores não são punidos por seus crimes,visto que o combate ainda é precário no Brasil.Comprova-se isso quando,de acordo com o G1 São Paulo,o assédio sexual não é punido por falta de formação de juízes ou de leis específicas.Dessa maneira,mesmo que exista leis ao para combater o assédio,não são fiscalizadas corretamente,portanto é de obrigação do Governo investir em uma fiscalização mais eficaz com o intuito de diminuir esses crimes.

Dessa forma,é indispensável que o Ministério da Educação em parceria com o governo crie leis mais rígidas e fiscalizações mais adequadas.Com isso,a escola em parceria com a família deve ensinar as criança desde pequenas a respeitarem as mulheres para que no futuro menos casos de violência aconteça.Ademais,o Governo deve investir em campanhas midiáticas com o intuito de incentivar a população a denúncia caso presenciar tal crime,para que diminua gradativamente a violência.