Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 11/03/2019

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos o direito à saúde e ao bem estar social.Entretanto, o assédio sexual à mulher no Brasil impossibilita que grande parte dessa parcela de população desfrute desse direito na prática.

A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país.Hodiernamente ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema publico de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto, e o resultado desse contraste é claramente refletido no assédio.De acordo com dados revelado pela campanha “Chega de fiu-fiu’’, cerca de 85% das mulheres já tiveram seus corpos tocados sem a permissão em locais públicos.É inadmissível encarar tais fatos num país como o Brasil.

Faz-se mister, ainda, salientar o consumo excessivo de álcool como impulsionador do problema. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, econômicas e politicas é a característica da  ‘‘modernidade líquida’’ vivida no século XXI. Diante de tal contexto o IBOPE afirmou que 81% dos homens afirmam que o consumo de bebidas alcoólicas em excesso é um fator que aumenta as chances do abuso em mulheres.

Portanto, medidas são necessárias para resolver este problema.Governos poderiam modificar leis para resolver esse problema por meio de assembleias com poderes público para aprimorar as leis contra o consumo excessivo de álcool,promovendo que um terço dos assédios diminuam já que são provocados pelo consumo de álcool, acabe. Dessa forma o Brasil poderia super grande parte dos assédios sexuais contra as mulheres.