Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 07/04/2019

No Brasil, muitos avanços legislativos e sociais  foram conquistados ao longo do tempo, como a lei da importunação sexual, a fim de reduzir os progressos de casos de assédio sexual no país.Entretanto, a má educação na formação das crianças e dos adolescentes e a fragilidade das políticas públicas impedem a efetivação dos combates contra esse malefício, e, consequentemente, a possibilidade de reduzir esses contratempos.

Há ligação direta entre o assédio sexual e a má educação dos jovens.Pois, uma criança quando bem educada pela sua família, ela é doutrinada com imposição de limites na sua esfera de convivência com sua família e outras pessoas.Logo, o jovem formula suas ideias com um maior pensar social.Tudo isso está ligado a um pensamento de Immanuel Kant.Ele diz que, “O homem é aquilo que a educação faz dele”.

A fragilidade das políticas públicas compromete a efetivação dos direitos.Por causa da lentidão dos processos judiciais e a impunidade de alguns infratores prejudicando a atuação da segurança pública e das normas implementadas com os residentes e estrangeiros no país. Um exemplo disso são os dados Monitor de Violência do G1, afirmando que,“apenas 2% de morte violenta tem condenados”.Por isso, muitas vítimas assediadas não relatam seus casos e, posteriormente, as políticas implementadas não atuam com eficácia.

Portanto, cabe não só aos pais das crianças, com princípios éticos, educarem seus filhos, mas também, ao poder judiciário e ao ministério de justiça, aquele acelerando os processos judiciais, mesmo sendo necessário contratar mais servidores públicos, feitos os estudos econômicos, e este aprimoramento suas investigações e contratando mais pessoas com capacidade técnica no ramo de segurança pública, sendo necessária uma análise econômica.Tudo isso para diminuir as vítimas de importunações sexuais.