Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 11/04/2019
O programa Conversa com Bial da Rede globo, reportou que, 10 mulheres foram assediadas por João de Deus, um famoso médium que atendia seus pacientes na cidade de Abadiânia em Goiás. Nesse sentido, observa-se que o assédio não é um problema atual, visto que, a mulher ao longo da história é vítima do objetivismo e visões patriarcais. Nesse sentido, elenca-se como raízes intrínsecas do problema banalização do ato de assédio no Brasil, seja ele no ambiente público e privado ou fatores educacionais corroboram para problemática eminente.
Sabe-se que, desde o início da civilização houve uma subserviência da mulher em relação aos homens. Atenta-se que, com contexto civilizatório na Grécia antiga, alguns povos dentre eles Dóricos usavam as mulheres simplesmente para reprodução, os homens se relacionavam com outros homens conceituando-se a mulher apenas como um objeto reprodutivo.
Sob outro ângulo, BBC (British Broadcasting Corporation) apresentou dados que alarmam em que 56% das mulheres na Inglaterra sofrem assédio no ambiente público diariamente. Atrelado nesse contexto, a não punição ou descaso do poder público colaboram por deteriorar a situação ainda mais, pois as autoridades enxergam o problema como algo corriqueiro e comum não tendo medidas que erradique e coíbam problema.
Naturalmente, sob o âmbito patriarcal, é possível ainda avaliar a resiliência do problema na esfera social, ao analisar que, a educação deficitária presente em terras tupiniquins que colaboram por formar indivíduos que atentam contra as mulheres. Consoante ao ex-presidente Barack Obama “Os homens jovens precisam mostrar as mulheres o respeito que a elas merecem” depreende-se, portanto a necessidade da coerção frente ao problema exposto desde o início desse problema para que se tenha um ponto final e não vírgulas.
Vê-se então, de modo exposto, a mazela representada pelo assédio sexual. O Ministério da Educação em parceria com escolas promovam palestras e eventos com psicólogos, pedagogos e pessoas que já foram condenadas por praticar o assédio, com meio de conscientizar as crianças desde cedo. O Ministério da Justiça em conjunto com a polícia militar sejam mais coercitivo, de tal modo que quando se obtém o foco do assédio o agressor seja preso e condenado às medidas de regulação sociais supracitadas. É mister que campanhas midiáticas menções na internet sejam reforçadas para que assim a frase do ex-presidente seja exemplo e que vigore na sociedade brasileira.