Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 16/04/2019

Desde  o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa " Os desafios para reduzir os casos de assédios sexual, no Brasil “, Hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e à problemática persiste profundamente ligada à realidade do país.

Em primeira análise, de maneira congênere, é possível perceber, que no Brasil, os casos de assédio rompe essa harmonia, haja visto que a derrubada dos índices de assédio sexual contra mulher exige tempo trabalho coordenado e planejamento. Segundo pesquisa da ( ONU ) de 2017, o índice de assédio sexual na Inglaterra, foi o que mais caiu no mundo. portanto, a Inglaterra foi o país que mais investiu tempo, trabalho coordenado e planejamento na área.

Ademais, destaca-se o assédio em locais públicos como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade e generalidade. Seguindo essa linha de pensamento, como reflexo disso, é importante pontuar, de inicio, a omissão da sociedade quanto o assédio sexual. À guisa de Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Os Ministérios da Educação e Justiça brasileira, entretanto, negligenciam o assédio sexual em locais públicos e privados ao não implementar leis mais rigorosas e palestras educacionais como forma de preveni - la. Como refluxo de uma população ignorante frente aos casos de assédio, 85% das mulheres entrevistadas na pesquisa já tiveram seus corpos tocados sem permissão em espaços públicos ou privados. Segundo pesquisas recentes da jornalista Juliana de Faria, criadora da campanha " Chega de fiu fiu “.

É notório, portanto, que ainda há limitações para garantir a solidificação de políticos que visem a construção de um mundo melhor. Destarte, o Ministério da Justiça conjugue com o Ministério da  Educação deve implementar políticas como a da Inglaterra, que é investir tempo, trabalho coordenado e planejamento na área, como penas mais rigorosas para quem pratica assédio seja em locais públicos ou privados e aplicativos gratuitos sem cobrança de tarifa para que facilitem a denúncia em casos de assédios, para assim, essa problemática venha ser banida da realidade brasileira.