Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 02/05/2019

O assédio sexual vem desde a Grécia Antiga, onde mulheres eram vistas como objetos de satisfação e isso ainda permanece no cotidiano da população brasileira, atingindo principalmente o público feminino e não apenas fisicamente, mas além disso é uma forma de violência psicológica podendo afetar seriamente a mulher.

Desde o ano de 2001, a Constituição Brasileira reconhece o assédio sexual como uma prática criminosa e é caracterizado por constrangimentos e ameaças com a finalidade de obter favores sexuais feita por alguém normalmente de posição superior à vítima. A justificativa vem do passado patriarcal em que o homem, tomava as decisões pela mulher e pela supervalorização das características físicas e culturais relacionadas aos homens desde aquele tempo, ideais que se mantiveram em nossa sociedade mesmo após anos de lutas e mudanças.

Um exemplo disso foi o caso de uma jovem que sofreu assédio sexual em um ônibus na Avenida Paulista, no estado de São Paulo, repercutiu na mídia e causou revolta no país inteiro: segundo testemunhas, um homem teria ejaculado no braço da jovem durante a viagem. O acontecimento introduziu sob os holofotes um problema cada vez mais recorrente no Brasil, onde o número de denúncias contra abusos aumentam todos os dias, deixando claro um problema que deve ser debatido e solucionado.

É perceptível que tais acontecimentos vem desde a antiguidade e é algo que deve ser resolvido o quanto antes. O Ministério da Cultura em conjunto das mídias devem problematizar a questão do abuso, tendo em vista a reflexão e a conscientização dos cidadãos quanto as consequências que o assédio pode trazer na sociedade. Também, o poder legislativo deve aumentar a severidade das leis em relação ao abuso sexual, encorajando assim as mulheres a denunciarem e que os criminosos sejam devidamente punidos.