Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 02/05/2019
O assédio sexual perpetua-se no Brasil, visto que é difícil às autoridades sanar seus desafios. Um desses é a inversão da culpa, como percebe-se em pesquisas do Datafolha. Também, nota-se a impunidade, fato que é levantado pelo jornal Metrópoles.
Primordialmente, observa-se que o agressor é inocentado da culpa, sendo ela posta em quem é violentado. Segundo o Datafolha, um terço dos brasileiros concorda que quem usa roupas provocantes não poder reclamar se for desrespeitado. Apesar de ser uma fração pequena, o Brasil é um país continental com muitos habitantes. Deste modo, se posto em números, haverá muitos indivíduos que transmitem este pensamento errôneo. Logo, é necessário trazer ao debate este aspecto social que defende o assédio sexual.
Por conseguinte, há uma impunidade muito marcante nos casos de estupro. Conforme o jornal Metrópoles, apenas 1% dos abusos denunciados são julgados. Isso evidencia, que é totalmente falho o dever do Estado de proteger. Pois, apesar de ter criado leis, o sistema judiciário é abarrotado de casos, o que torna o processo de julgamento lento. Posto isso, é notório a necessidade de aceleração do sistema. Portanto, é preciso diminuir o número de ocorrências desta barbárie, para que haja respostas mais rápidas aos processos.
A menos que medidas sejam tomadas, o problema do assédio sexual perpetuará. Para que ocorra uma mudança, as famílias, como parte do primeiro ensino, devem conscientizar seus filhos a respeitar qualquer pessoa. Esta transmissão de ideias, ocorrerá a partir de histórias infantis que os pais constantemente contam. assim, quando eles entrarem na escola, já terão uma base educacional forte. Sendo responsabilidade do professor só aprofundar o assunto, realizando debates sobre aspectos sociais que eles devem combater. A fim que no futuro, não tenhamos que lidar com o assédio sexual.