Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 02/05/2019

O assédio sexual é um assunto muito recorrente que tomou grande espaço nas mídias sociais. Com tantas incidências é possível perceber que geralmente o agressor se sente superior às suas vítimas.

Um exemplo de que o assunto tem tido muita ênfase foi o caso em que um treinador de ginástica assediou seus atletas. Esse acontecimento repercutiu durante muitas semanas nas mídias porque foi uma das primeiras vezes que envolveu um violentador muito respeitado pela sociedade e violentados que são mundialmente famosos, fato  que mostrou o assédio não como uma violência restrita às mulheres, que até então  era a única visão da população. Assim, analisando o exemplo citado vê-se que o treinador se sentia superior, o que é visto na maioria dos casos, o sentimento de superioridade faz com que os assediadores sintam-se livres para  o ato. Nesta perspectiva, é importante pensar na origem do problema, que pode muitas vezes estar na infância do assediador, pois às vezes os mesmos tiveram maus exemplos ou até uma educação sem rédias, onde os pais e educadores não mostravam o certo e o errado. Como já dizia Pitágoras: “eduquem as crianças para que não seja necessário punir os adultos”, seguindo essa visão a melhor maneira de combater o assédio é prevenir que não existam assediadores no futuro.

Para tanto, uma iniciativa seria priorizar campanhas intensivas mostrando às crianças que essa ação é algo muito errado e que deve ser repudiada por toda a população, essa ideia estaria a cargo do Ministério da Educação que poderia capacitar profissionais e professores para darem palestras e saberem como agir se eventualmente ocorrer um caso. Além disso, os atuais criminosos devem sofrer uma punição, sendo que ela deve ser coerente com o grau da infração que eles cometeram, fator que é decidido pelo Ministério da Justiça.