Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 02/05/2019

Os casos de assédio sexual contra a minoria (mulheres, crianças, idosos), aumenta a cada ano. As situações mais preocupantes são as violências contra crianças e adolescentes, que em sua parte, podem não saber distinguir carícias de uma violação corporal.

Segundo o boletim epidemiólogo, divulgado pelo Ministério da Saúde, entre 2011 e 2017, houve um aumento de 83% nas chamadas em casos de violências sexuais contra os jovens. No período, foram inteirados  184.542 casos de violência sexual, sendo 58.037 contra crianças e 83.068 contra os adolescentes. O mais alarmante é que a maioria dos casos notificados são de famílias, onde tal ato repulsivo ocorre dentro do lar.

Os jovens que crescem dentro de um lar onde não há uma imagem ou forma de conforto e segurança, tendem a repetir os mesmos atos que seus agressores, ou até mesmo pior, se fechando para o mundo e remoendo a dor dentro de si.

As crianças, desde muito pequenas, devem ser ensinadas sobre a educação sexual, impondo limites sobre seu corpo e os toques sujos. Deve-se ensinar também a confiar nas autoridades, facilitando o seu trabalho para a apreensão do infrator. O Ministério da Educação (MEC), é obrigado a criar uma instituição para o ensinamento da educação sexual na escola, começando de séries baixas.