Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 04/05/2019
Vive-se com o medo?
Atualmente, um problema grave que atinge a sociedade, é a quantidade de casos de assédio nas ruas, seja verbal ou físico, que acontecem, geralmente, com mulheres.
Infelizmente, mesmo quando ha pessoas por perto, quando o assédio ocorre, aqueles que observam, não fazem nada, o que torna o problema ainda pior, pois os assediadores não são coagidos a parar.
Na maior parte das vezes, as mulheres recebem durante seu dia, as famosas “cantadas”, as quais podem, sim, ser consideradas um tipo de assédio verbal, o que por consequência, gera um constrangimento, para a mulher; tal ato acontece, em função de um pensamento primitivo dos homens, de achar que todas as mulheres, querem ser cantadas.
Já o assédio físico, pode ser visto, principalmente, em transportes públicos, onde há maior suscetibilidade para o ato infame. Quando ocorre, o mesmo gera um grande medo naquele indivíduo, que fora assediado; já que o toque no corpo, sem consentimento, é algo inapropriado. A causa disso, pode ser a educação que o assediador recebeu, quanto aos limites.
Desta forma, é certo que o Estado, que é aquele que deve garantir a segurança dos indivíduos, deve por meio de propagandas, sejam elas pela tevê ou por outdoors, incentivar a repreensão dos atos de assédio, com o objetivo de acabar com o assédio, tanto físico quanto verbal, assim, ajudando, principalmente as mulheres, a se sentirem mais seguras.
Além disso, é preciso que os municípios invistam mais, na instalação de câmeras em transportes público, onde mais ocorre o assédio, e tenha como principal foco, também, a construção de uma delegacia da mulher onde, as mulheres que tenham sido assediadas, possam ir sem o sentimento de estarem sendo julgadas por um homem, como muitas vezes é o caso, em delegacias comuns.
Assim, as assediadas podem se sentir confortáveis, para delatar seus assediadores e buscarem o seu direito à justiça.