Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 07/05/2019
Nenhum ser humano é objeto de ninguém
Os desafios para se reduzir os casos de assédio sexual são muitos e difíceis de se enfrentar já que este é um assunto bastante delicado. O assédio sexual, infelizmente, é algo comum de se presenciar na sociedade brasileira, e pode ser desde um assobio até uma “passada de mão” em lugares inapropriados e sem consentimento.
Primeiramente, para se entender o assunto, é necessário que se entenda que isso pode ocorrer a qualquer um, mas as vítimas do assédio normalmente são mulheres. Por terem desde muito tempo sido tratadas como objeto, consideradas o “sexo frágil”, são as pessoas que mais sofrem com isso. Algumas pessoas se acham no direito de assediar alguém por conta de uma pressão social machista e patriarcal, que as faz pensarem que aquela pessoa é um objeto e por isso podem fazer o que quiser com ela.
Mas mesmo esse tipo assédio sendo tão comum e acontecendo tanto, é difícil eliminá-lo. Quem se tornou um “assediador” provavelmente teve uma educação em casa, na escola e no convívio social que propiciaram isso. É muito difícil de se fazer com que essa pessoa mude sua forma de pensar e entenda que o que está fazendo não é correto, sendo que a vida inteira não foi ensinado a ela que aquilo era errado.
Portanto, de acordo com as informações supracitadas, o Ministério da Educação tem que investir mais em aulas de ética para o ensino fundamental (de 6º a 9º ano) que tratassem de assuntos como o assédio sexual, para fazer com que esses jovens tenham a oportunidade de aprender e debater sobre esse assunto. Além disso, a mídia deve criar mais campanhas eficientes sobre esse assunto, a fim de incentivar as vítimas de assédio a denunciá-los e os pais a perceberem que aquilo é errado e que seus filhos precisam entender que o ser humano não é um objeto.