Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 10/05/2019
“Sábado na balada/A galera começou a dançar/E passou a menina mais linda/Tomei coragem e comecei a falar/Nossa, nossa/Assim você me mata/Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego/Delícia, delícia/Assim você me mata/Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego”. Música mundialmente conhecida, porém, a letra incentiva sutilmente atitudes de assédio contra as mulheres. Assédio sexual que já é crime no Brasil, tem lei a respeito, Art. 216 do Código Penal porem é árduo encontrar mulheres que não tenham sido vítimas dessa violência.
A razão histórica para esse problema é o machismo, onde o homem se coloca em superioridade em relação mulher e por conta disso de sentem proprietários, dando a elas o valor de objeto, e se dando o direito de toca-las sem permissão. São muito atuais e frequentes os relatos de assedio em contrapartida são raros os casos com penalidades para o agressor, o que dá a sensação de impunidade para eles e aos adeptos, exemplo disso é o caso de grande repercussão onde o homem ejaculou na vítima dentro de um transporte público e está em liberdade.
No contexto nacional, e vai desde em casa, no trabalho, na escola ou até mesmo em locais públicos como as ruas com “cantada” nem um pouco cortês ou então o fiu fiu até casos extremos, mulheres se veem violadas, agredidas, exposta, perdendo seus direitos fundamentais como à liberdade, a individualidade e até mesmo a igualdade já que por conta disso é feita uma seleção de lugar de mulher e lugar de homem e também consequências são traumas psicológicos e físicos, aprofundamento da desigualdade de gênero.
Conclui- se então que a cultura do machismo contribui arduamente para atos a ilegais no Brasil. Portanto, é cargo do Estado por meio de políticas públicas, desenvolva programas de conscientização com o público alvo masculino afim de erradicar o machismo desde casos mais extremos aos aparentemente sutis e até mesmo com o público feminino para que as mulheres se sintam protegidas e resguardadas pela lei. Outrossim é improrrogável que a mídia em geral seja por comerciais da televisão que tem audiência mais adulta ou até mesmo em redes socias com os mais jovens que se propague a igualdade de gênero. Ademais a escola que tem um vínculo direto com as crianças deve realizar debates acerca do assunto de forma simples porem objetiva. Somente sob tal panorama será possível o fim do assédio. NÃO É NÃO!