Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 27/05/2019
Na antiguidade, devido à sua maior força física, os homens eram designados aos trabalhos que exigiam tal atributo, como caça e proteção, enquanto as mulheres cuidavam da prole e do lar. Esse fato despertou uma falsa noção de superioridade masculina, o patriarcado. Com essa ideia, alguns homens, usando de sua maior robustez, tratam mulheres com violência quando querem suprir seu desejo sexual.
Desde palavras ofensivas até o ato de violentar uma mulher em si, o assédio sexual assola as comunidades femininas nas cidades. De acordo com uma pesquisa feita pela ONG Thinkolga, com mais de sete mil mulheres, 99,6% das entrevistadas já foram assediadas, em casa ou nas ruas. O medo de andar desacompanhadas toma a mente das mesmas.
A violência sexual ultrapassa as ruas, chegando aos trabalhos das vítimas. O produtor de filmes Harvey Weinstein foi acusado por diversas atrizes, como Angelina Jolie, por abusos em gravações. Ademais, em escritórios, restaurantes e escolas, as profissionais sofrem com o ultraje de seus patrões, que usam a relação de poder para se aproveitarem das mulheres.
Portanto, é indubitável que os fatos supracitados causam uma lacuna na sociedade, que deve ser eliminada. O poder legislativo deve elaborar projetos de leis eficazes para a proteção das mulheres em seus trabalhos, para que os que cometem tais atos sejam penalizados. Outrossim, ONGs de apoio à mulheres abusadas devem ser criadas, para dar conforto e ajudar as mesmas a se restabelecerem na sociedade após o trauma.