Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 06/07/2019
Ao longo dos tempos a violência tem se materializado por meio de várias formas de crimes. Nesse sentido, figuram-se as agressões físicas, verbais, psicológicas entre outras. Destaca-se extremamente inaceitável o crime de assédio sexual, o que se deve rotineiramente a fatores culturais e comportamentais.
Inicialmente, verifica-se a manutenção de hábitos negativos enraizados na formação do brasileiro do sexo masculino, fator este que sustenta toda a problemática. O constrangimento nascido e marcado pela desvalorização continuada do sexo feminino somado ao medo do enfrentamento ao agressor, faz com que se valorize a sensação de impunidade dentro do convívio social. Sob esse viés, o espaço para insultos, estupros, e até o desconforto ao se usar o transporte público, corroboram negativamente com estatísticas repudiáveis de dados reais sobre à violência.
Não contrária a esta lógica, noticiários em jornais campanhas publicitárias, tímidos registros de boletins de ocorrências ganham forma por trás de secretarias e delegacias de enfrentamento à violência contra a mulher em políticas públicas de combate pouco expressivas. Nessa perspectiva, a educação tem um efetivo poder na mudança do comportamento frente a ações culturais de forma a alterar gráficos que que apontam inaceitáveis índices de feminicídios e assédio em público. Destarte, com a educação poderemos experimentar a tolerância e compreendermos que somos iguais em direitos e deveres.
Evidencia-se, portanto, significativas dificuldades de proteger a mulher com ações que possam da à luz a seus direitos básicos, com processos devam promover seu segurança. Com o propósito de mitigar a ausência de assistência, associações comunitárias, ONGs que tenham experiência, faculdades de psicologia, com o apoio das secretarias estaduais e delegacias da mulher, por meio de palestras educativas e treinamento em ações preventivas. Oportunizando cidadania legítima a favor de quem é hoje em números a maior parcela dos brasileiros.