Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 25/08/2019
O assédio sexual não é uma invenção atual, contudo na Revolução Industrial as mulheres eram abusadas pelos homens na Europa. Embora em meados do século XVIII não existiam leis na qual as protegiam. Atualmente na Idade Contemporânea existe o código penal como proteção. Entretanto, mesmo com a lei aprovada as mulheres continuam sendo alvo desse crime. Consequência disso é a falta de policiamento nos transportes coletivos e nas ruas e a falha na lei que as protegem.
Em primeira instância é importante ressaltar que as mulheres sempre foi vista como o “sexo inferior”. Prova disso, é a vulnerabilidade das moças em relação aos rapazes como a força física e a total liberdade de alguns indivíduos de assediar em lugares públicos. Nesse sentido, segundo o artigo Globo 97% das mulheres entrevistadas relataram que já sofreram assédio sexual nos trasportes coletivos na cidade de São Paulo, e muitas constataram a falta de policiamento principalmente na redes de Metrô e CPTM, dificultando a procura e a prisão do indivíduo e a falta de câmeras para facilmente detectá-los e prende-os.
Em segundo plano podemos destacar que o código penal 216 que classifica como crime qualquer assédio sexual, é de suma importância, porém, muitas denúncias normalmente são impunes, já que segundo o artigo 44, determina apenas ameças ou grave violência como crime culposo, com isso o indivíduo pode responder em liberdade ou prestar serviços comunitários diminuindo o ato criminoso e calando as vítimas.
Portanto, é necessário resolver a problemática. Com o apoio de ações governamentais puna todos os tipos de violência sexual , tanto moralmente como fisicamente, aumentando o valor agregado na denúncia, e com a parceria da Policia Civil , colocar mais profissionais dessa área nas estações de trens e metrôs como vigília e aumentar o monitoramento das câmeras tanto fora como dentro do trasportes públicos e ressaltar o policiamento 24 horas esquematizado em lugares onde há bastante movimentos e denunciar qualquer modo de assédio sexual.