Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 09/09/2019

A medicina define pandemia como " uma doença amplamente disseminada." Em vista disso, percebe-se que o assédio sexual tem se comportado como uma autêntica pandemia, que contamina e prejudica a vida de milhares de indivíduos.  Diante disso, cabe discutir formas para reduzir casos de assédio sexual.

Nesse contexto, segundo o filósofo Frederick Angel " O ser humano é influenciado pelo tempo e horizonte em que vive." Nesse âmbito, nota-se que o insistência sexual tem influenciado a sociedade de forma negativa. A exemplo disso,  segundo pesquisas realizadas pelo Datafolha, no Brasil, os casos de assédio sexual atormentam a maioria das mulheres e 49% delas já sofreram desse mal, sendo na rua e nos transportes públicos os principais locais desses fatos. Dessa forma, faz-se urgente a formulação de uma ação para combater esse hábito.

Outrossim,  segundo o filósofo grego Aristóteles,  a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que,  53%, das brasileiras entre 14 e 21 anos convivem diariamente com o medo de ser assediadas, consoante estudo realizado pela organização internacional de combate à pobreza ActionAid. Dessa maneira, atitudes relacionadas à educação e ao respeito ao próximo é indispensável.

Portanto, medidas são crucias para combater essa realidade. Em primeiro plano, o Estado deve não apenas criar leis que defendam e protejam, realmente, as mulheres, como também gerar maneiras ainda mais garantidas para que elas possam denunciar tranquilamente. Em segundo plano, o Ministério da Educação deve instituir, palestras ministradas por psicólogos, que discutam o combate ao assédio sexual e o respeito ao próximo. Uma mudança é necessária, posteriormente, é preciso um início para superar essa pandemia.