Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 08/10/2019

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, 78% das mulheres já passaram por uma situação de assédio. Nesse contexto, se por um lado, o constrangimento sexual no ambiente de trabalho se torna um dos principais fatores para que isso aconteça, por outro os elogios inoportunos e comentários de cunho sexual contribuem para o agravamento da situação.

Em relação a esses fatos, pode se dizer que o assédio é impulsionado no ambiente de trabalho, já que por causa da relação de hierarquia, os superiores podem provocar, o constrangimento dos seus subordinados. Também, vale ressaltar que os elogios inoportunos ou comentários de cunho sexual oriundos de familiares ora colegas de trabalho podem se tornar uma forma de assédio.

Em contrapartida, o assédio sexual causa sérios impactos físicos e psicológicos nas vítimas, como agressões físicas, insegurança, e diminuição da autoestima. Cabe, ainda, mencionar que esses atos podem gerar transtornos psiquiátricos, tanto transtorno de ansiedade quanto estresse pós-traumático, que afetam a saúde mental da vítima podendo leva-la a cometer suicídio.

Dessa forma, a gravidade do assédio sexual na sociedade é negligenciada pelos órgãos governamentais, pois, falta incentivo do Estado no sentido de conscientizar a população sobre os perigos do assédio na sociedade.

Portanto, é evidente que os órgãos governamentais devem conscientizar a população, por meio de propagandas publicitárias que incentivem a denúncia desses atos, como na lei do minuto seguinte, e palestras nas escolas, sobre a importância de se respeitar de forma igualitária homens e mulheres. Essas medidas tem por finalidade, promover o bem-estar dos cidadãos, além de evitar os problemas sociais, físicos e psicológicos causados pelo assédio.