Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 23/09/2019
O vírus
A Biologia define o vírus como ’’ um parasita intracelular que só consegue dispor de manifestações vitais no interior de uma célula hospedeira ‘’. Em vista disso, percebe-se que o assédio sexual tem se comportado como um autêntico vírus, que contamina e prejudica a vida de milhares de pessoas. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem essa problemática.
Nesse contexto, segundo o filósofo Frederick Angel, " O ser humano é influenciado pelo tempo e horizonte em que vive ‘’. Nesse âmbito, nota-se que os assediadores sexuais têm influenciado a sociedade de forma negativa. A exemplo disso, conforme estudo realizado pelo Instituto " Pew Research Center “, nos Estados Unidos, 26% dos jovens de 18 a 24 anos sofreram perseguições por abusadores, e 25% já foram alvo de assédio sexual via internet. Logo, tal comportamento contribui com proliferação desse mal.
Outrossim, o assédio sexual infantil é um dos maiores desafios a serem enfrentados para reduzir essa problemática. Ademais, de acordo com uma pesquisa realizada pelo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, 83% dos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes ocorre em casa. Dessa forma, faz-se urgente a formulação de uma ação para contestar essa conduta.
Portanto, medidas são cruciais para minimizar essa realidade. Em primeiro plano, o Ministério da Educação deve instituir, palestras ministradas por psicólogos nas escolas, voltada para as crianças com o objetivo de educá-los e conscientizá-los sobre o assunto desde cedo, para que compreendam a gravidade dos atos de assédio sexual. Em segundo plano, veículos midiáticos podem divulgar situações, de modo a conscientizar os dicadões e, ainda, instrui-los a buscar seus direitos, quando sentirem vítimas desse crime. Uma mudança necessária, posteriormente, é preciso início para combater esse vírus.