Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 01/02/2020
Na Idade Média prevalecia a superioridade masculina sobre a feminina, a mulher era simplifica à condição de objeto. Na contemporaneidade, é fato que a maneira como as mulheres era vistas na antiguidade pode ser relacionada aos casos de assédio sexual no Brasil, uma vez que em ambos períodos da história as moças são tratadas de modo intolerável. Isso se deve à cultura machista e a falta de informação.
A princípio, é importante destacar que, um função da cultura machista ainda presente, grande parte dos homens ainda se veem superiores ao sexo feminino. Na série ‘‘Sex Education’’, por exemplo, uma das personagens ao entrar em um ônibus é tocada sem sua permissão por um homem desconhecido, por consequência a mesma fica traumatizada. Fora da ficção, as mulheres são diariamente assediadas sexualmente, seja por meio de assobios, xingamentos ou até mesmo toques sem permissão.
Por conseguinte, é imprescindível ressaltar que, uma quantidade exorbitante das mulheres após serem vítimas de um assédio sexual, não sabem onde nem como denunciar tal abuso. De acordo com o filósofo Sócrates,‘‘Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância’’. Sob essa análise, é notável que a falta de conhecimento é uma das principais motivadoras do auto índice de assédio sexual no Brasil.
Portanto, indubitavelmente medidas são necessárias para resolver o impasse. Urge que o Ministério da Educação em parceria com Ministério da justiça, por meio de verbas governamentais, crie projetos socioeducativos, com o auxílio de policiais e profissionais da saúde mental que deem o devido apoio as vítimas do assédio, assim evitando possíveis traumas. Ademais, devem ser distribuídas cartilhas que instruam as mulheres sobre como denunciar um assédio, com a finalidade de acabar com a falta de informação. Somente assim, será possível reduzir os casos de assédio sexual, existentes desde a Idade Média.