Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 21/05/2020

funcionando conforme a primeira lei de Newton,a lei da inércia, na qual afirma que,um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ela mudando o percurso. O assédio é um problema que persiste no país. Com isso, ao invés de funcionar como uma força suficiente capaz de mudar o percurso desse impasse, a combinação de fatores como, ineficácia da lei e objetificação da mulher contribuem para atual situação.

Assegurado pelo código penal brasileiro, no artigo 216, o assédio é um crime pouco punido no país. A falta de “provas” tem contribuído frequentemente para realidade, na qual, a vitima além de traumas surgidos após o crime, costuma ser humilhada ao prestar sua queixa contra  o agressor. Muitas vezes levando o não reconhecimento do perverso e assim, a ineficácia da lei.

diante disso, deve-se ressaltar a objetificação da mulher como um fato que cresce  de forma frenética  no país. Uma pesquisa realizada pela folha de São Paulo mostra que em 2018, 25% das quatrocentas mulheres entrevistadas já haviam sofrido algum tipo de assédio. Em 2019, esse número sobe para 43% , o que mostra como a mulher é exposta ao risco todos os dias.

Portanto, fica evidente uma tomada de medidas que resolva esse impasse. O ministério da justiça juntamente com o da saúde, devem realizar uma pesquisa com base nos boletins de ocorrência já registrados. no qual, mulheres vitimas de assédio teriam acompanhamento psicológico gratuito durante dois anos. Afim, de minimizar os traumas sofridos. Outrossim, seria uma plataforma digital na qual, mulheres vitimas, poderiam descrever os agressores e como aconteceu o assédio, privando sua identidade, para que outras mulheres possam ter coragem de denunciar. Para que assim, o assédio passe a funcionar como a força descrita por Newton ,mudando o problema da persistência para extinção.