Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 22/06/2020

No Brasil ,a primeira coisa é aceitar que existe o assédio, e vem da cultura do machismo dessa sociedade patriarcal.De acordo com levantamento do instituto locomotiva e instituto Patrícia Galvão ,cerca 97% das mulheres dizem que já sofreram impertinência nos transportes públicos e privado, e a erudição do estrupo tem sua parcela de culpa por banalizar esse tipo de violência.

Ademais,a campanha idealizada pelas jornalistas Juliana de Faria e Karin Hueck,´´chega de Fiu Fiu´´ que visa combater o assédio em espaço públicos, mostra dados de 83% das pesquisadas declararam que não gostam de receber cantada na rua.Por outro lado,contraria a ideia de que as mulheres adoram esses ´´elogios´´ em lugares populares por desconhecidos,esse argumento de alguma forma neutraliza está perseguição,que é bastante séria, independentemente do que digam os perpetuadores dessa prática.

Além disso,a cultura do estrupo faz com que algumas músicas e cenas de novelas romantizem a violência sexual que o homem praticou,pode não parece mais tudo isso pode construí uma compreensão totalmente incorreta,justamente pela ideia de que as condutas das mulheres está ligada a moral e sexualidade,e o homem não.Logo,quanto mais pensamentos assim na sociedade é maior a intensidade de casos cometidos, e pela falta de denúncias por se sentirem culpadas.

Portanto,medidas são necessárias para resolver os impasses.O Ministério da ciência,tecnologia,inovações e comunicações (MICTIC) em parceria com a ONU Mulheres para cria um aplicativo com todas as informações  para denunciar esses abusos sofridos,e que seja punidos os culpados,na direção de tentar mudar essas atitudes.No mais, o governo federal  junto com as prefeituras,distribuíram cartilhas para toda a população mostrando que a cultura do estrupo, desencadeia ações ruins e pensamento retrógrados,sobre o papel da mulher que é livre para vive o que desejar,desse jeito evoluímos como uma nação.