Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 05/08/2020

Em 2009, a justiça brasileira criou o art. 216-A do Código Penal, que é responsável em defender todas mulheres que foram vítimas de assédio sexual, como contato físico e comentários que as deixam constrangidas. No entanto, a criação desse registro não foi o suficiente para acabar com esse problema de comportamento sexual não aceitável, pois ainda existem milhares de mulheres que passam por isso em diversos lugares.

Em primeira análise, esses casos acontecem na maioria das vezes em festas, no mercado de trabalho, quando o chefe propõe para sua funcionária uma promoção ou aumento em troca de algum ato libidinoso, e também nos transportes públicos, onde o indivíduo passa a mão na mulher em situações em que o ônibus está lotado, segundo pesquisa realizada pelos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, quase todas as mulheres de 18 anos (97%) já sofreram assédio nesse ambiente público.

Além disso, essa impertinência está se tornando um acontecimento comum em que as pessoas ignoram na maioria da vezes, o que é bastante preocupante, porque isso é para ser considerado um ato de violência que não pode ser julgado como normal.

Portanto, é de suma importância a elaboração de medidas para modificar esse cenário. Para que isso aconteça, é necessário que o governo crie um projeto para alertar as mulheres sobre esse problema através da mídia, onde seria aplicado por comerciais alertando sobre esses acontecimentos, mostrando que não é normal que isso aconteça e a importância da denuncia para diminuir o número de agressores e vítimas dessas atitudes. E com isso, as mulheres brasileiras poderão andar tranquilamente pelas ruas, pois não terá mais o constrangimento de receber cantadas sem graça e contatos físicos inoportunos.