Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 31/08/2020
Não é de hoje que a discussão a respeito das dificuldades para conter os casos de assédio sexual vem despertando a atenção do Poder Público e da comunidade. Isso se dá porque, enquanto parte da sociedade acredita que a culpabilidade seja da mulher, outra parte, entretanto, acredita na educação com cartilhas sobre sexualidade. Desse modo, ações governamentais e sociais devem ser empreendidas em caráter de urgência, sob pena de retrocessos socioculturais irreparáveis.
Antes de mais nada, é preciso considerar que a sociedade culpa a dama pelos atos de assédio. Isso tem ocorrido porque o patriarcado imposto nos anos anteriores retrata um sistema social no qual o individuo do sexo masculino tem o domínio do poder, promovendo inúmeras práticas machistas. O Instituto Maria da Penha lançou o projeto Relógios da Violência que calcula quantas mulheres são cotidianamente agredidas física ou verbalmente no Brasil, além disso, o site traz esclarecimentos sobre os 6 tipos diferentes de violência contra a mulher.
Entretanto, há quem crê nas cartilhas de educação sexual nas escolas. Ora, uma instituição que aborde nas aulas de forma didática e educativa sobre a sexualidade na adolescência pode promover a diminuição dos casos de comportamentos indesejado.
Diante do exposto, antes que o problema em torno dos desafios para decrescer os acontecimentos de assédio se agrave, é preciso intervir. Logo, cabe ao governo fazer palestras sobre educação sexual. Essa medida deve ser feita por meio das multimídias e instituições, e, para tanto, é necessário que elas sejam separadas por idade e de forma dinâmica, cujos efeitos serão não apenas a formação de jovens mais informados, mas também as crianças sabendo distinguir o que pode e não pode fazer com elas. Afinal, estamos lutando pela mesma causa.