Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 18/12/2020

Na série norte-americana “Sex Education,” a personagem Aimée desenvolve uma fobia de transporte público, após um homem ejacular em seu corpo na frente de todos sem reação ou preocupação alguma dos passageiros. Logo, pode-se facilmente relacionar a ficção com a realidade, visto que, enfrenta-se um grande desafio para reduzir os casos de assédio sexual no Brasil. Fato que, pode ser muitas vezes atribuído a uma negligência do governo somado a perpetuação de uma cultura machista.

Em primeiro lugar, vale ressaltar a insuficiência estatal em mediar os casos de assédio. Segundo o pensado Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso ocorre com efetividade no Brasil. Haja vista, a falta de posicionamento governamental nesse país, que não aplica devidamente como leis, não qualificam para a proteção das moças. Nessa perspectiva, deixando-como mal representadas e vulneráveis, assim dando espaço para que os homens sintam-se livres para abusar de seus corpos.

Em segundo plano, é importe mencionar como a persistência da cultura machista contribui para a difícil erradicação do assédio sexual. Nesse contexto, há séculos a cultura sexistas foi passada de gerações em gerações fortalecendo os posicionamos machistas da sociedade, e sendo usada como justificativa para ás péssimas atitudes dos homens. Nesse sentido, grande parte desse grupo social utilizam a masculinidade para assediar mulheres verbalmente, psicologicamente ou fisicamente. De acordo com informações do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, 85% das mulheres brasileiras já tiveram seus corpos tocados sem permissão ou consentimento. Dessa forma, fica cada vez mais claro que o sexo feminino vem sendo cada vez mais oprimidas e perdendo o direito sobre seus próprios corpos.

Em sintese, é de vital importância que atitudes sejam providenciadas para reduzir os casos de assédio sexual no Brasil. Portanto, cabe ao governo, por meio de seus parlamentares do poder legislativo, criar uma lei que estimule a todos os estados do Brasil, a desenvolverem um centro de apoio às mulheres em todas as capitais, municípios e interiores. Assim feito, este local cuidaria de todos os processos judiciais de mulheres que se caracterize como assédio, punido e assegurando a devida justiça para as mulheres e a punição para os agressores. Ademias, o centro também seria responsável por realizar campanhas nas escolas, que seria aberto a todos os cidadãos,discorrendo sobre a importância da boa relação entre todos os independentes do seu gênero, tudo isso para tornar uma sociedade livre dos pensamentos retrógrados e assegurar cada vez mais a segurança das mulheres e  essas experiências fiquem apenas na ficção.