Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 09/03/2021

Proclama-se ajuda

Martin Luther King, pastor e ativista político, mencionou certa vez: “Aprendemos a voar como os passáros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a nos tratar como irmãos.”. Nesse sentido, nota-se que tal realidade merece destaque nas grandes mídias brasileiras, ora pelo maxismo, ora pelos quantitativos indíces de estupros.

Diante desse quadro, analisa-se a falta de igualdade de gênero presente em território nacional. Isso ocorre, pois, embora, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garanta salário igual por trabalho igual, na prática, vivencia-se o oposto. Desse modo, muitas mulheres são tratadas como inferiores aos homens, haja vista que tais legislações não funcionam de forma apropriada. Por tudo isso, medidas devem ser tomadas, como a aplicação de campanhas contra essa problemática.

Para além dessa lógica, vêe-se o crescimento dos abusos sexuais. Este pensamento é comprovado quando se percebe os dados levantados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, visto que a cada oito minutos uma mulher é estuprada no Brasil. Isto é, a Lei Maria da Penha assegura a segurança e o acesso a justiça, mas a questão persiste, já que a temática não recebe a devida importância, dado que diversas vezes os homens são vitimados.

Portanto, cabe a Universidade de Brasília e a TV Brasil, promover debates em rede nacional que visem a sociedade, por meio de campanhas, como “Chega de Fiu Fiu”. Com efeito, haverá a diminuição dos assédios e estupros. Assim, aprenderemos a nos tratar humanamente.