Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 22/04/2021
O assédio sexual consiste em constranger alguém, principalmente mulheres, com ações de cunho sexual. De acordo com o IBGE, 97% das mulheres dizem já ter sofrido algum tipo de assédio em transportes públicos e privados. Porém, mesmo não sendo colocado em evidência, existe também essa “violência” em ambientes profissionais, tendo como o agressor, alguém hierarquicamente superior.
A priori, é importante ressaltar que os assédios acontecidos em ubers estão cada vez mais recorrentes, de acordo com o G1, chegam a passar o número de casos ocorridos em ônibus, que são 10%, por exemplo. Afinal, quando uma mulher está sozinha dentro do carro de um desconhecido, que pode mudar a rota a qualquer momento, ela está em um momento extremamente vulnerável. Pesquisas feitas por tal site, apontam que 31% das notificações são de assédio em transporte privado.
A posteriori, é de suma importância colocar em evidência esses acontecimentos em âmbitos profissionais, que se consiste em pessoas, em sua maioria homens, assediarem indivíduos com cargos inferiores, a fim de receber favorecimento sexual. Esses, em sua maioria, fazem ameaças de demissão caso a vítima resista ou conte a alguém. Segundo a Central Única de Trabalhadores, 47% da mulheres já sofreram violência sexual no trabalho.
Portanto, é de máxima importância que o Governo disponibilize transportes públicos apenas para mulheres, para que não fiquem vulneráveis, e no caso dos privados, seja disponibilizado pelos aplicativos a opção de escolher motoristas mulheres. É vital também que sejam criadas leis que obriguem as empresas a demitirem funcionários que abusem de seu poder para assediar. A fim de remediar tal problemática