Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 12/06/2021
Segundo o poeta Cazuza ‘’eu vejo o passado se repetir no futuro’’. Essa citação se reflete sobre o período de descoberta do Brasil no ano de 1.500, onde os portugueses e espanhóis promoveram a violência, intolerância, exploração e assédio contra homens e mulheres nativos. Por conseguinte, a sociedade se desenvolveu tendo como base a violência promovida nesse período, consequentimente o assédio é um fator existente na era contemporânea por ausência de diligencias governamentais. Sob tal ótica, cabe avaliar os fatores que acentuam esse problema.
Em primeiro lugar, cabe destacar que atualmente a população detém direitos garantidos pela Constituição brasileira, tal como o direito pela segurança. Porém, segundo a jornalista Juliana de Faria, 85% das mulheres já tiveram seu corpo tocado sem permissão. Essa pesquisa revela que os direitos garantidos na teoria não têm se reproduzido na prática, visto que a maioria das mulheres ainda sofrem com assédios, por consequência tal violência pode gerar diversos traumas e transtornos psicológicos à vítima. Outrossim, é importante destacar que o assédio sexual é extremamente prejudicial à vítima e pode causar diversos transtornos e doenças psicológicas, por exemplo: depressão e estresse pós-traumático. Sob esse viés, é imprescindível que toda mulher que já sofreu algum tipo de abuso tenha um amparo psicológico do Estado para que seja amenizado o impacto dessa violência sobre a vítima.
Em síntese, medidas devem ser tomadas pelo Ministério da Segurança por meio da criação de programais sociais para o apoio psicológico de mulheres que sofreram assédio e também a criação de leis para a proteção da mulher em locais públicos, tal como: prisão do assediador em caso de flagrante ou multa, com a finalidade de diminuir os assédios sofridos por mulheres. Espera-se que, com essas medidas, essa problemática venha ser erradicada.